Chá de Mulheres na SBB

Amigas, irmãs e irmãos do coração!!!!


Nosso próximo chá das mulheres na Sociedade Bíblica do Brasil será no dia 29 de agosto!!!! Às 15h30 da tarde

E será feito com todo amor e carinho pela abençoada irmã Carmen Lucia Ramos!! Ela está oferecendo em ação de graças a DEUS por uma grande bênção recebida.  

A palestra será realizada pela Missionaria Maria Andrade.

Na ocasião teremos o chá de bebe em prol das gravidinhas do GRUPO Mulher que FAZ em parceria com a Fundação Bênçãos do Senhor.

Teremos no dia  a presença abençoada da escritora e missionária  SYLVIA JANE CRIVELLA. 

 

Até lá!!

 

Eliana Ovalle

O poder do perdão!

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Em 1974, voltando da escola para casa no último dia antes das férias de Natal, eu pensava animadamente sobre o feriado vindouro, como só os meninos de dez anos conseguem sonhar. A algumas portas de distância de minha casa em Coral Gables, Flórida, um homem se aproximou de mim e perguntou se eu poderia ajudá-lo com a decoração de uma festa que ele estava dando para meu pai. Achando que era amigo de meu pai, concordei em ir com ele.
O que eu não sabia era que este homem tinha ressentimentos contra a minha família. Trabalhara como enfermeiro para um parente idoso, mas fora despedido por causa da bebida.
Após eu ter concordado em acompanhá-lo, ele dirigiu seu trailer até uma área isolada ao norte de Miami, onde parou no acostamento da estrada e me golpeou várias vezes no peito com um furador de gelo. Então dirigiu para oeste, até Flórida Everglades, levou-me até o meio dos arbustos, deu um tiro em minha cabeça e me deixou lá para morrer.
Felizmente a bala havia passado por trás de meus olhos e saído pela minha têmpora esquerda sem causar nenhum dano cerebral. Quando recobrei a consciência, seis dias depois, não tinha noção de que havia sido atingido por um tiro. Fiquei sentado no acostamento e fui encontrado por um homem que parou para me ajudar.
Duas semanas depois descrevi a pessoa que me atacara para o desenhista da polícia e meu tio reconheceu o retrato resultante como o homem que me atacara. Meu agressor foi preso, junto com outros suspeitos. Entretanto, o trauma e o estresse haviam cobrado seu preço e não pude identificá-lo. Infelizmente, a polícia não conseguiu recolher nenhuma prova física que o ligasse ao crime. Portanto, ele nunca foi acusado.
O ataque me deixou cego do olho esquerdo, mas não causou nenhum outro dano e, com o amor e o apoio de minha família e amigos, voltei para a escola e dei continuidade à minha vida.
Durante os três anos seguintes, vivi com uma extrema ansiedade. A maioria das noites eu acordava assustado, imaginando que havia escutado alguém entrando pela porta dos fundos e acabava dormindo no pé da cama de meus pais.
Então, quando eu estava com treze anos, tudo isso mudou. Uma noite, durante um estudo da Bíblia com o grupo jovem da igreja, percebi que a providência e o amor de Deus, tendo miraculosamente me mantido vivo, eram a base para a segurança de minha vida. Em Suas mãos eu podia viver sem medo ou rancor. E então eu o fiz. Terminei os estudos, recebendo o diploma de mestrado em Divindade. Casei-me com minha maravilhosa esposa, Leslie. Temos duas filhinhas maravilhosas, Amanda e Melodee.
Em setembro de 1996, o major Charles Scherer, do Departamento de Polícia de Coral Gables, que trabalhara na investigação original de meu caso, telefonou-me para me contar que o agressor, hoje com setenta e sete anos de idade, finalmente confessara. Cego por causa do glaucoma, com a saúde abalada, sem família ou amigos, ele estava em um asilo no norte de Miami Beach. Fui visitá-lo.
A primeira vez em que fui visitá-lo ele se desculpou pelo que havia feito a mim e eu lhe disse que o havia perdoado. Visitei-o muitas vezes depois disso, apresentando-o à minha esposa e filhas, oferecendo-lhe esperança e uma certa sensação de família nos dias anteriores à sua morte. Ele sempre ficava feliz quando eu aparecia. Acredito que nossa amizade tenha diminuído sua solidão e era um grande alívio para ele, após vinte e dois anos de arrependimento.
Sei que o mundo pode me ver como a vítima de uma horrível tragédia, mas eu me considero a ?vítima? de muitos milagres. O fato de eu estar vivo e não ter nenhuma deficiência mental desafia as probabilidades. Tenho uma esposa amorosa e uma família linda. Recebi tantas dádivas quanto qualquer outra pessoa- e amplas oportunidades. Fui abençoado de várias maneiras.
E enquanto muitas pessoas não conseguem entender como pude perdoá-lo, do meu ponto de vista eu não poderia deixar de fazê-lo. Se eu tivesse escolhido odiá-lo todos esses anos, ou passar a vida procurando vingança, então eu não seria o homem que sou hoje ? O homem que minha mulher e filhas amam.

Do Lar

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Do Lar

Durante muitos anos me constrangia  com a pergunta: Ocupação?  Me sentia humilhada ao escrever ‘ do lar’, e pior quando tinha que verbalizar.
Após alguns anos, encontrei uma saída que me fazia estufar o peito quando aquela fatídica pergunta aparecia. ESCRITORA, eu escrevia em letras garrafais ou dizia em alto e bom som.  Me sentia a rainha da cocada preta!!!

Mas por ironia do destino…. me vi escrevendo livros e artigos falando justamente desta ocupação, tida por muitos como inferior.  Ao analisar minha vida e a de tantas outras que navegam nas mesmas águas, percebi que ser dona de casa não é para qualquer um!!

Para exercer as funções do lar, a mulher precisa ter noções de muitas outras ocupações.  Vejamos algumas.

1) ADMINISTRAÇÃO.  Toda dona de casa que se preza precisa saber administrar seu tempo e sua casa. Ela tem, por  exemplo, que discernir quando vai responder seus emails; não pode ser na hora que seus filhos ou marido estão precisando dela.  Ela precisa estar atenta a tudo para que seu lar funcione com eficiência. Imagina acabar o açúcar na hora do café?!  Ou cortarem a luz por falta de pagamento quando o marido está mandando um email para o chefe? O lar é uma pequena empresa. Precisa ser bem administrada.

2) ECONOMIA.
Toda dona de casa sabe como vai a inflação. Ela tem um orçamento e muitas vezes ‘rebola’ para não deixar a peteca cair.  A família nem imagina o quanto lhe custou levar aquela refeição à mesa.

3) NUTRIÇÃO.
Toda esposa e mãe se preocupa com a alimentação de sua família.  Ela procura unir valor nutritivo aos seus saborosos pratos e sempre ‘esquenta a mufa’ com o cardápio.  Não raro pergunta : ” Meu amor, o que você está querendo comer hoje?”  E a maioria  se irrita, pois afinal acabou de tomar o café da manhã!  Mas é que planejamento é da natureza feminina, haja vista os 9 meses de gestação!  E um pouquinho de ajuda é sempre bem vinda!  Conheci uma senhora que fazia o cardápio para o ano inteiro, só variava a maneira de preparar os pratos.  É uma idéia, né?

4) GASTRONOMIA.
E aí valem as receitas da TV e das revistas.  Sempre procurando uma novidade para surpreender sua família.

5) DECORAÇÃO.
Com muitos ou poucos recursos, a mulher sempre gosta de arrumar seu ninho.  Para ficar bonito e agradável, ela também tem que ter noção deste ofício.

6) PSICOLOGIA.
Sempre aparando arestas e intermediando desentendimentos, a mãe tem que entender os dois lados da moeda e ‘calçar os sapatos’ de ambos. Tem que incentivar o filho que perdeu o pênalti na final do campeonato; enxugar as lágrimas da filha ignorada na festa da escola e dar força ao marido quando os negócios não andam lá essas coisas.  E isso tudo com psicologia para não ouvir: ” Você está por fora!”

7) PEDAGOGIA.
É… a mãe tem que ser uma pedagoga e ajudar seus filhos nas lições de casa e nas lições da vida.  Ela é a principal responsável pela educação deles.  Muitas, inclusive, assumem 100% esta função quando decidem fazer ‘home schooling’ ( escola caseira) com seus filhos.  A pior coisa que a mãe pode ouvir sobre seu filho é que ele é mal educado.

8) ESTÉTICA.
A sociedade moderna exige que a mulher esteja sempre jovem e vigorosa.  Nem sempre  é possível, mas todas tentamos da melhor maneira possível atender a esta exigência.  Mudamos a cor e o corte dos cabelos.  Variamos no esmalte.  Usamos todos os cremes de beleza e as vezes até fabricamos os nossos com as receitas mais estranhas.  Tudo na tentativa de ficar mais bonita.

9) MEDICINA.
Não sei por que cargas d’água todos da família acham que nós temos a receita ou o remédio certo para todos os males, mas a verdade é que tivemos que desenvolver também esta ciência a partir das cólicas de nossos bebês.  Até hoje, com filhos já adultos, sou questionada do que fazer em tal situação. É como diz o ditado: ‘ De médico e louco, todos têm um pouco’, e nós mães, temos muito!

10) ÍMÃ.
Este não é um ofício propriamente dito, mas a mulher precisa se esforçar para ser um magneto, atrair e unir sua família.  Celebrar aniversários e datas importantes,   além do cardápio caprichado,
brincadeiras e gincanas marcam estes momentos.  Sei por experiência que o que fortalece os relacionamentos é  quando a família compartilha risos e lágrimas.

Consegui reunir 10 atividades que estão embutidas na ocupação ‘ Do Lar’.  Mas todas nós sabemos que existem muitas outras, pois a mulher é por natureza multi funcional.  Ela consegue cozinhar, falar ao telefone, ouvir música e ainda olhar a criança, tudo ao mesmo tempo!  Nós somos realmente incríveis, né?  Contudo, nada disto tem valor se não buscarmos em Deus a direção, pois o orgulho é o pior câncer – ele aniquila a alma!

A Palavra de Deus nos ensina: ” A mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola com suas próprias mãos a derruba.”  (Prov.14:1)

Encontramos também um exemplo maravilhoso de mulher virtuosa em Provérbios 31.  Se ela podia, nós também podemos!!!

Que a graça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo esteja sobre todas nós!

Sylvia Jane Crivella
Junho/2013

8 de Maio – Dia Mundial do Câncer de Ovário

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Câncer nos ovários

Câncer-de-ovário

Dr Drauzio Varella

Ovários são duas glândulas responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos, progesterona e estrogênio. Eles têm também a função de produzir e armazenar os óvulos, que são liberados, um a cada mês e recolhidos pelas tubas uterinas, enquanto durar a vida reprodutiva da mulher.

Câncer de ovário é o câncer ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e o mais letal. Sua incidência está associada a fatores genéticos, hormonais e ambientais. A história familiar é o fator de risco isolado mais importante (cerca de 10% dos casos). Câncer de ovário pode acometer a mulher em qualquer idade, mas é mais frequente depois dos 40 anos.

Os genes BRCA1 e BRCA2, que também podem causar câncer de mama, estão amplamente correlacionados com o câncer de ovário. As portadoras do primeiro gene apresentam 45% de possibilidade de desenvolver esse tipo de câncer durante a vida; as portadoras do segundo gene têm 25%.

Há uma relação entre câncer de ovário e atividade hormonal feminina. Portanto, mulheres que não tiveram filhos nem nunca amamentaram, as que tiveram menopausa tardia ou câncer de mama, assim como as que têm parentes de primeiro grau com câncer de ovário apresentam risco mais elevado de desenvolver a doença.

Sintomas

A maioria das mulheres com câncer de ovário não apresenta sintomas até a doença atingir estágio avançado. Nesse caso, os mais característicos são dor e aumento do volume abdominal, constipação, alteração na função digestiva e massa abdominal palpável.

Diagnóstico

Medição do marcador tumoral sanguíneo CA 125 (80% das mulheres com câncer de ovário apresentam CA 125 elevado) e ultrassonografia pélvica são dois exames fundamentais para estabelecer o diagnóstico da doença. A laparoscopia exploratória seguida de biópsia do tumor, além de úteis para confirmar o diagnóstico, permite observar se há comprometimento de outras regiões e órgãos.

Raios-X torácico, tomografia computadorizada, avaliação da função renal e hepática e exames hematológicos podem auxiliar no diagnóstico dos casos avançados.

Tratamento

Se houver suspeita de tumor de ovário, a paciente deve ser submetida a uma avaliação cirúrgica. Para câncer de ovário em estágio inicial, é preciso realizar o estadiamento do tumor por meio de cirurgia e promover a remoção do útero e ovários. Em estágios avançados da doença, é possível aumentar a taxa de sobrevivência com a remoção agressiva de todos os tumores visíveis.

Exceção feita às mulheres portadoras de câncer de ovário de baixo grau em estágio inicial, as pacientes devem ser submetidas à quimioterapia após a cirurgia. Elas podem contar com vários regimes de quimioterapia disponíveis, como a combinação de cisplatina ou carboplatina com paclitaxel, que oferecem taxas de resposta clínica de até 60%, 70%.

Recomendações

* Consulte o ginecologista regularmente, já que o câncer de ovário pode não causar sintomas até atingir um estágio avançado;

* Controle o peso e evite alimentos gordurosos, pois há estudos que indicam uma relação entre obesidade, alto consumo de gordura e câncer de ovário;

* Faça exames clínicos e ultrassonografias com mais frequência, se tiver um parente de primeiro grau com história de câncer de ovário e/ou de mama;

* Respeite as datas dos retornos ao ginecologista, especialmente se você faz terapia de reposição hormonal; nesse caso, é maior o risco de a mulher desenvolver câncer de ovário;

* Passe por avaliação ginecológica regularmente, se você tem mais de 40 anos. O prognóstico é sempre melhor, quando a doença é diagnosticada precocemente.